Sim, é possível migrar de carreira pro digital sem aparecer e sem largar o emprego atual de uma vez. O caminho mais realista é conciliar as duas rotinas por alguns meses, testando e ajustando aos poucos, até o digital virar a renda principal. Foi assim que eu, ex-manicure de Cariacica (ES), fiz minha própria transição depois de 28 anos na profissão.
Não existe prazo igual pra todo mundo, mas o meu caso dá uma referência real. Conciliei o trabalho de manicure com o digital por seis meses, aplicando um pouco todos os dias antes de o digital virar minha única fonte de renda. O ponto que mais pesa não é o tempo total, é a consistência diária, mesmo que sejam só duas horas por dia, entre um atendimento e outro.
Hoje vivo exclusivamente do digital, ao lado do meu marido, e acompanho esse processo de perto em quem passa pela minha mentoria, a Viver do Digital. Se quiser entender minha trajetória completa, do salão de manicure até virar empresária no digital, tem um artigo inteiro contando essa história.
Não é obrigatório aparecer. O medo de se expor é a objeção mais comum de quem pensa em migrar pro digital, e não precisa ser um impeditivo. Eu mesma comecei assim: construí a base do que viria a se tornar meus mais de 195 mil seguidores no Instagram sem depender de gravar vídeo mostrando o rosto.
Isso não significa que aparecer seja proibido ou ruim, significa que existe caminho pra quem não quer, e é esse o formato que trabalho na Viver do Digital, minha mentoria individual.
Funciona pra qualquer profissão, incluindo áreas que normalmente não são associadas a vendas. Eu vim da manicure, mas o método que aplico na mentoria Viver do Digital tem sido usado também por profissionais liberais, como advogados, médicos e fisioterapeutas, que buscam uma segunda fonte de renda ou uma transição de carreira completa.
O ponto em comum entre esses perfis não é a profissão de origem, é a mesma pergunta: por onde eu começo? É justamente esse o primeiro passo que trabalho na mentoria, antes de qualquer estratégia de conteúdo ou venda.